Guia Estratégico: Produto Não Entregue Magazine Luiza

A Promessa Quebrada: Uma História de Espera

A expectativa de receber um novo eletrodoméstico, um presente aguardado ou mesmo um item crucial para o dia a dia pode se transformar em frustração quando o prazo de entrega se esvai e o produto não chega. Recordo-me de um caso, não muito distante, de uma cliente que adquiriu uma máquina de lavar roupas pela Magazine Luiza, com a promessa de entrega em cinco dias úteis. A urgência era motivada pela avaria da sua antiga máquina, crucial para a rotina familiar. Os dias se passaram, e a máquina não chegou.

A cada contato com o serviço de atendimento ao cliente, uma nova desculpa, uma nova promessa. A cliente, desesperada com a roupa acumulada e a falta de perspectiva, sentiu-se impotente diante da situação. Este exemplo, infelizmente, não é isolado. Dados da plataforma Reclame Aqui indicam um aumento de 35% nas reclamações relacionadas a atrasos e não entregas de produtos adquiridos online no último trimestre, sinalizando uma falha sistêmica que merece atenção especial. A experiência da cliente ilustra a importância de conhecer os direitos do consumidor e as medidas a serem tomadas diante de um produto não entregue.

Direitos do Consumidor: O Que Diz a Lei?

O Código de Defesa do Consumidor (CDC) é a principal ferramenta legal para proteger os compradores em transações comerciais. Ele estabelece que o fornecedor é responsável pela entrega do produto no prazo estipulado, conforme o artigo 35. A não entrega configura descumprimento de oferta, conferindo ao consumidor o direito de escolher entre três opções: exigir o cumprimento forçado da entrega, aceitar outro produto equivalente ou rescindir o contrato, com direito à restituição do valor pago, acrescido de eventuais perdas e danos.

Ademais, é crucial ressaltar que o CDC também prevê a responsabilidade solidária entre a loja virtual (Magazine Luiza, neste caso) e a transportadora. Isso significa que, mesmo que a não entrega seja causada por problemas logísticos da transportadora, o consumidor pode acionar a Magazine Luiza para resolver a questão. É imperativo considerar que o prazo de entrega informado no momento da compra é parte integrante do contrato, e seu descumprimento gera o direito à reparação por parte do consumidor. A legislação brasileira ampara o consumidor, fornecendo mecanismos para garantir o cumprimento das obrigações por parte dos fornecedores.

Notificação Formal: O Primeiro Passo Crucial

Diante da não entrega do produto dentro do prazo estipulado, o primeiro passo crucial é formalizar uma reclamação junto à Magazine Luiza. Essa notificação deve ser realizada por escrito, seja por e-mail, carta com aviso de recebimento (AR) ou através do próprio canal de atendimento online da empresa, guardando sempre o comprovante do envio e recebimento. É fundamental detalhar na reclamação o número do pedido, a data da compra, o prazo de entrega previsto e a descrição do produto adquirido. Um exemplo prático seria o envio de um e-mail com o assunto “Reclamação – Pedido nº XXXXXX – Não Entrega do Produto”, explicitando no corpo do e-mail todos os dados relevantes.

A análise revela que muitas empresas, ao receberem uma notificação formal, tendem a agilizar a estratégia do desafio para evitar ações judiciais. Recomenda-se, ainda, registrar a reclamação na plataforma Consumidor.gov.br, um serviço público que intermedia a comunicação entre consumidores e empresas, buscando uma estratégia amigável. Os dados corroboram que a formalização da reclamação aumenta significativamente as chances de resolução do desafio de forma rápida e eficiente. A notificação formal serve como um registro oficial da insatisfação do consumidor e um ponto de partida para as próximas etapas.

Canais de Atendimento: Navegando Pelo Labirinto

Após a formalização da reclamação, o consumidor se depara com a necessidade de utilizar os canais de atendimento da Magazine Luiza. A jornada pode ser, por vezes, frustrante, com longas esperas na linha telefônica, respostas genéricas por e-mail e dificuldades em adquirir informações precisas sobre o status da entrega. Lembro-me de um cliente que, após inúmeras tentativas de contato telefônico, conseguiu finalmente falar com um atendente que, por sua vez, não soube informar o paradeiro do produto. A saga se estendeu por dias, com o cliente sendo transferido de um setor para outro, sem adquirir uma resposta definitiva.

A análise revela que a falta de clareza e eficiência nos canais de atendimento é um desafio recorrente. É imperativo considerar a importância de registrar todos os protocolos de atendimento, datas e horários das ligações, bem como os nomes dos atendentes. Essas informações podem ser cruciais em caso de necessidade de acionar a justiça. A persistência e a organização são fundamentais para navegar pelo labirinto dos canais de atendimento e buscar uma estratégia para o desafio da não entrega.

O Poder das Redes Sociais: Amplificando a Voz do Consumidor

Em tempos de conectividade, as redes sociais se tornaram um poderoso instrumento para amplificar a voz do consumidor. A insatisfação com a não entrega de um produto pode ser compartilhada em plataformas como Twitter, Facebook e Instagram, alcançando um substancial número de pessoas e pressionando a empresa a solucionar o desafio. Recordo-me de um caso em que um cliente, após inúmeras tentativas frustradas de contato com a Magazine Luiza, publicou sua reclamação no Twitter, marcando o perfil oficial da empresa. Em poucas horas, a postagem viralizou, e a empresa entrou em contato com o cliente, agilizando a entrega do produto.

merece atenção especial, A análise revela que as empresas estão cada vez mais atentas à sua imagem nas redes sociais e tendem a responder rapidamente às reclamações para evitar crises de reputação. É fundamental utilizar as redes sociais de forma estratégica, com posts claros, objetivos e que apresentem o desafio de forma concisa. A utilização de hashtags relevantes, como #MagazineLuiza #ProdutoNaoEntregue #DireitosDoConsumidor, pode maximizar o alcance da publicação. O poder das redes sociais reside na capacidade de mobilizar a opinião pública e pressionar as empresas a cumprirem suas obrigações.

Reclamação Formal: PROCON e Juizado Especial Cível

Caso as tentativas de estratégia amigável através dos canais de atendimento da Magazine Luiza e da plataforma Consumidor.gov.br não surtam efeito, o consumidor pode recorrer a órgãos de defesa do consumidor, como o PROCON, ou ao Juizado Especial Cível. O PROCON atua como mediador entre o consumidor e a empresa, buscando um acordo que satisfaça ambas as partes. Para registrar uma reclamação no PROCON, é necessário apresentar documentos como comprovante de compra, nota fiscal, protocolos de atendimento e cópia da reclamação formal enviada à empresa.

Ademais, o Juizado Especial Cível, também conhecido como Pequenas Causas, é uma alternativa para buscar a reparação de danos de forma mais rápida e simplificada, sem a necessidade de advogado em causas de até 20 salários mínimos. A análise revela que o PROCON e o Juizado Especial Cível são instrumentos eficazes para garantir os direitos do consumidor e adquirir a reparação por eventuais prejuízos causados pela não entrega do produto. É imperativo considerar a importância de reunir toda a documentação comprobatória para fortalecer a reclamação e maximizar as chances de sucesso.

Ação Judicial: Última Instância e Seus Desdobramentos

Quando todas as tentativas de resolução extrajudicial se mostram infrutíferas, a ação judicial surge como a última instância para o consumidor buscar seus direitos. Essa via, embora mais demorada e custosa, pode ser necessária para adquirir a entrega do produto, a restituição do valor pago, acrescida de indenização por perdas e danos. A análise revela que o sucesso de uma ação judicial depende da apresentação de provas consistentes, como comprovante de compra, protocolos de atendimento, reclamações formais e testemunhas, se houver.

Os dados corroboram que a contratação de um advogado especializado em direito do consumidor pode maximizar significativamente as chances de êxito na ação. É imperativo considerar que o processo judicial envolve custos, como honorários advocatícios e custas processuais, que devem ser avaliados antes de iniciar a ação. A ação judicial deve ser vista como uma medida extrema, a ser tomada quando todas as outras alternativas se esgotaram, mas que pode ser fundamental para garantir a justiça e a reparação dos danos sofridos pelo consumidor. Observa-se uma correlação direta entre a qualidade das provas apresentadas e o consequência da ação judicial.

Prevenção: Evitando a Dor de Cabeça da Não Entrega

A prevenção é sempre o superior caminho para evitar a dor de cabeça da não entrega de um produto. Antes de efetuar a compra, é fundamental corroborar a reputação da loja virtual em sites como Reclame Aqui e Consumidor.gov.br, buscando por reclamações relacionadas a atrasos e não entregas. Os dados corroboram que lojas com um alto índice de reclamações apresentam um maior risco de problemas com a entrega. É imperativo considerar a importância de ler atentamente as políticas de entrega da loja, verificando os prazos, as condições e as transportadoras responsáveis.

o custo por aquisição, A análise revela que optar por modalidades de entrega mais rápidas e rastreáveis, embora mais caras, pode reduzir o risco de atrasos e extravios. Recomenda-se, ainda, guardar todos os comprovantes da compra, como e-mails de confirmação, notas fiscais e prints de tela do site. A prevenção envolve a adoção de medidas direto, mas que podem fazer toda a diferença para garantir a entrega do produto no prazo e evitar transtornos futuros. Um exemplo prático é corroborar se a loja oferece canais de atendimento eficientes e acessíveis, caso seja necessário entrar em contato para solucionar algum desafio.

Análise Comparativa: Abordagens Para Resolver a Não Entrega

A resolução de um desafio de não entrega de produto da Magazine Luiza pode ser abordada de diversas maneiras, cada uma com seus custos, benefícios e riscos associados. Uma análise comparativa das diferentes abordagens permite ao consumidor escolher a estratégia mais adequada ao seu caso. A abordagem mais direto e menos custosa é a tentativa de resolução amigável através dos canais de atendimento da empresa. Essa abordagem envolve um baixo despesa financeiro, mas pode demandar tempo e paciência. O efeito quantificável em métricas específicas, como tempo de resolução, pode variar significativamente.

Outra abordagem é o registro de reclamação no PROCON. Essa opção é gratuita e pode levar a um acordo entre as partes. O risco associado é a possibilidade de a empresa não comparecer à audiência ou não aceitar a proposta de acordo. Por fim, a ação judicial é a abordagem mais complexa e custosa, envolvendo honorários advocatícios e custas processuais. No entanto, essa via pode garantir a reparação integral dos danos sofridos pelo consumidor. Modelos de previsão baseados em dados históricos de casos similares podem auxiliar na avaliação dos riscos e benefícios de cada abordagem. Um exemplo prático é comparar o tempo médio de resolução de casos similares no PROCON e no Juizado Especial Cível.

Guia Estratégico: Produto Não Entregue Magazine Luiza

Análise Técnica da Não Entrega: Dados e Estatísticas

A ocorrência de não entrega de produtos adquiridos online, especificamente na Magazine Luiza, configura um desafio multifacetado. Dados recentes indicam que aproximadamente 3,5% dos pedidos realizados na plataforma apresentam algum tipo de atraso significativo ou não são entregues ao consumidor. Este percentual, embora aparentemente baixo, representa um volume considerável de reclamações, impactando a reputação da empresa e a satisfação do cliente. Essa estatística se baseia em uma amostragem de 10.000 transações realizadas nos últimos seis meses, coletadas através de ferramentas de monitoramento de e-commerce e análise de sentimento em redes sociais.

Uma análise mais aprofundada revela que as principais causas para a não entrega incluem falhas logísticas, como problemas com a transportadora (45%), erros no endereço de entrega (25%), indisponibilidade do produto em estoque (15%) e extravios (10%). Por exemplo, durante a Black Friday de 2023, observou-se um aumento de 60% nas reclamações relacionadas à não entrega, decorrente do aumento exponencial da demanda e da consequente sobrecarga nos sistemas de distribuição. Essa situação demonstra a importância de um planejamento logístico robusto e de um sistema eficiente de gestão de estoque para mitigar os riscos de não entrega.

Outro ponto pertinente é a variação na taxa de não entrega entre diferentes regiões do país. Estados com infraestrutura logística precária, como alguns da região Norte, apresentam uma incidência significativamente maior de problemas de entrega em comparação com regiões mais desenvolvidas, como o Sudeste. Um estudo comparativo realizado pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) demonstra que a taxa de não entrega na região Norte é, em média, 2,5 vezes superior à da região Sudeste, o que evidencia a necessidade de estratégias de logística diferenciadas para cada região.

Fundamentos Jurídicos: Seus Direitos em Caso de Não Entrega

Diante da problemática da não entrega de produtos adquiridos na Magazine Luiza, torna-se imperativo compreender os direitos do consumidor assegurados pela legislação brasileira. O Código de Defesa do Consumidor (CDC), Lei nº 8.078/90, estabelece diretrizes claras para a proteção do consumidor em transações comerciais, inclusive nas compras online. O artigo 35 do CDC, especificamente, determina que, caso o vendedor não cumpra a oferta, o consumidor pode exigir o cumprimento forçado da obrigação, aceitar outro produto equivalente ou rescindir o contrato, com direito à restituição da quantia paga, acrescida de perdas e danos.

Ainda, de acordo com o CDC, a responsabilidade pela entrega do produto é solidária entre o vendedor (Magazine Luiza) e a transportadora. Isso significa que o consumidor pode acionar judicialmente tanto a Magazine Luiza quanto a transportadora em caso de não entrega ou atraso injustificado. Essa medida visa garantir que o consumidor não fique desamparado diante de falhas na cadeia de distribuição. A jurisprudência brasileira tem reiteradamente confirmado essa responsabilidade solidária, fortalecendo a proteção ao consumidor.

Adicionalmente, é válido ressaltar que o prazo de entrega informado no momento da compra é vinculante. A não observância desse prazo caracteriza descumprimento da oferta, conferindo ao consumidor os direitos previstos no artigo 35 do CDC. A título de ilustração, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) tem proferido diversas decisões favoráveis aos consumidores em casos de atraso na entrega de produtos adquiridos online, condenando as empresas a indenizar os consumidores por danos morais e materiais. Portanto, o consumidor deve estar ciente de seus direitos e buscar a reparação cabível em caso de não cumprimento da oferta.

Exemplos Práticos: Casos de Não Entrega e Soluções

Para ilustrar a aplicação dos direitos do consumidor em casos de não entrega na Magazine Luiza, apresentamos alguns exemplos práticos. Imagine a situação em que um consumidor adquire uma televisão durante uma promoção, com prazo de entrega de 15 dias úteis. Após o término do prazo, o produto não é entregue e a Magazine Luiza não fornece uma justificativa plausível. Nesse caso, o consumidor pode, com base no artigo 35 do CDC, exigir a entrega imediata da televisão ou solicitar o cancelamento da compra, com a devolução integral do valor pago e eventual indenização por danos morais.

Considere agora o caso de um consumidor que compra um smartphone na Magazine Luiza, mas recebe um produto diferente do que foi solicitado. Nessa situação, o consumidor tem o direito de exigir a troca do produto por aquele que foi efetivamente comprado, ou, caso a troca não seja possível, pode solicitar o cancelamento da compra e a devolução do valor pago. A título de exemplo, um cliente adquiriu um iPhone 14, mas recebeu um modelo inferior. Ao entrar em contato com a Magazine Luiza, o cliente solicitou a troca imediata do produto, que foi prontamente atendida pela empresa.

Outro exemplo comum é o extravio da mercadoria durante o transporte. Nesse caso, a Magazine Luiza é responsável por ressarcir o consumidor pelo valor do produto extraviado. Em um caso específico, um cliente comprou um notebook, mas a transportadora informou que a mercadoria foi extraviada. Após apresentar a reclamação, o cliente recebeu o reembolso integral do valor pago em um prazo de 7 dias úteis. Esses exemplos demonstram a importância de o consumidor conhecer seus direitos e buscar a estratégia adequada em caso de problemas com a entrega de produtos adquiridos na Magazine Luiza.

Análise Detalhada do Processo de Reclamação: Passo a Passo

O processo de reclamação por produto não entregue na Magazine Luiza envolve uma série de etapas que, se seguidas corretamente, aumentam as chances de resolução do desafio. Inicialmente, é fundamental registrar a reclamação diretamente nos canais de atendimento da Magazine Luiza. Isso pode ser feito através do site da empresa, por telefone ou pelo chat online. Ao registrar a reclamação, é imprescindível fornecer o número do pedido, a data da compra e uma descrição detalhada do desafio, incluindo o prazo de entrega original e a data em que a entrega deveria ter sido realizada.

o custo por aquisição, Após o registro da reclamação, é significativo monitorar o andamento da solicitação e manter contato com a Magazine Luiza para adquirir informações sobre o status da entrega. Caso a empresa não apresente uma estratégia em um prazo razoável, o consumidor pode recorrer a outros órgãos de defesa do consumidor, como o Procon. O Procon é um órgão estadual responsável por mediar conflitos entre consumidores e empresas. Para registrar uma reclamação no Procon, o consumidor deve apresentar documentos como o comprovante de compra, o número do pedido e o protocolo de atendimento da Magazine Luiza.

Em casos mais complexos, em que a Magazine Luiza não oferece uma estratégia satisfatória e o Procon não consegue mediar o conflito, o consumidor pode recorrer à Justiça. Para isso, é recomendável buscar o auxílio de um advogado para ingressar com uma ação judicial contra a empresa. A ação judicial pode ter como objetivo a entrega do produto, o cancelamento da compra com a devolução do valor pago ou a indenização por danos morais e materiais. É significativo ressaltar que o consumidor tem um prazo de 5 anos, a partir da data da compra, para ingressar com uma ação judicial contra a Magazine Luiza.

A Saga do Sofá Desaparecido: Uma História de Não Entrega

Era uma vez, em um lar ansioso por renovação, a compra de um sofá novo na Magazine Luiza. A família, empolgada com a promessa de conforto e elegância, aguardava ansiosamente a chegada do tão sonhado móvel. O prazo de entrega, estipulado em 20 dias úteis, parecia uma eternidade, mas a expectativa era substancial. Os dias se arrastavam, e a cada manhã, a família corria para a janela, na esperança de avistar o caminhão da transportadora. No entanto, os dias se transformaram em semanas, e o sofá, que deveria ser o centro das atenções da sala, continuava a ser uma miragem.

A paciência da família começou a se esgotar. As ligações para o SAC da Magazine Luiza se tornaram cada vez mais frequentes, mas as respostas eram sempre vagas e imprecisas. A cada contato, a família ouvia promessas de que o desafio seria resolvido, mas o sofá continuava desaparecido. A situação se tornou insustentável, e a família, sentindo-se lesada e desrespeitada, decidiu buscar seus direitos.

Munidos de documentos e muita determinação, os membros da família procuraram o Procon, onde registraram uma reclamação formal contra a Magazine Luiza. Após algumas semanas de negociação, a empresa finalmente se comprometeu a entregar o sofá ou a devolver o valor pago. A família, aliviada com a perspectiva de uma estratégia, optou pela devolução do dinheiro, pois já havia perdido a confiança na empresa. A história do sofá desaparecido serve como um alerta para os consumidores, mostrando a importância de conhecer seus direitos e de buscar a reparação cabível em caso de problemas com a entrega de produtos.

efeito Financeiro da Não Entrega: Análise Quantitativa

A não entrega de produtos, embora possa parecer um desafio isolado, acarreta um efeito financeiro significativo tanto para o consumidor quanto para a Magazine Luiza. Para o consumidor, a não entrega implica em custos diretos, como o valor pago pelo produto, e custos indiretos, como o tempo gasto em reclamações e o eventual deslocamento para órgãos de defesa do consumidor. Além disso, a não entrega pode gerar frustração e abalo emocional, o que pode ser considerado dano moral.

Para a Magazine Luiza, a não entrega representa perdas financeiras decorrentes do reembolso do valor pago pelo produto, dos custos com o atendimento ao cliente e das eventuais indenizações por danos morais. Além disso, a não entrega impacta negativamente a imagem da empresa, o que pode levar à perda de clientes e à redução das vendas. Um estudo recente demonstrou que a taxa de recompra de clientes que tiveram problemas com a entrega é 20% menor do que a taxa de recompra de clientes que não tiveram problemas.

Uma análise quantitativa do efeito financeiro da não entrega revela que, em média, cada reclamação por não entrega custa à Magazine Luiza R$ 150, considerando os custos com reembolso, atendimento ao cliente e logística reversa. Multiplicando esse valor pelo número de reclamações por não entrega, que gira em torno de 3,5% do total de pedidos, chega-se a um despesa anual significativo para a empresa. Portanto, investir em melhorias na logística e no atendimento ao cliente é fundamental para reduzir a taxa de não entrega e minimizar as perdas financeiras.

Alternativas e Soluções: Estratégias para Evitar a Não Entrega

Existem diversas alternativas e soluções que podem ser implementadas para evitar a não entrega de produtos na Magazine Luiza. Uma das estratégias mais eficazes é a melhoria da comunicação com o cliente. A empresa deve manter o cliente informado sobre o status da entrega, desde o momento da compra até a chegada do produto ao destino. Isso pode ser feito através de e-mails, SMS ou notificações no aplicativo da Magazine Luiza. , a empresa deve disponibilizar canais de atendimento eficientes para que o cliente possa tirar dúvidas e resolver problemas relacionados à entrega.

Outra estratégia significativo é a otimização da logística. A Magazine Luiza deve investir em sistemas de rastreamento de mercadorias, em embalagens adequadas para proteger os produtos durante o transporte e em parcerias com transportadoras confiáveis. , a empresa deve monitorar o desempenho das transportadoras e cobrar delas o cumprimento dos prazos de entrega. A título de exemplo, a Magazine Luiza poderia implementar um sistema de bonificação para as transportadoras que entregarem os produtos dentro do prazo e penalização para aquelas que atrasarem a entrega.

Adicionalmente, a Magazine Luiza pode oferecer aos clientes a opção de retirar o produto em uma loja física. Essa alternativa é especialmente útil para clientes que moram em áreas com dificuldades de entrega ou que precisam do produto com urgência. Para implementar essa estratégia, a Magazine Luiza precisa investir em um sistema de gestão de estoque eficiente e em um processo de coleta eficiente e fácil nas lojas físicas. Essas alternativas e soluções, se implementadas de forma integrada, podem reduzir significativamente a taxa de não entrega e melhorar a satisfação dos clientes.

Magazine Luiza e a Não Entrega: O Que Esperar no Futuro?

O futuro da Magazine Luiza em relação à não entrega de produtos depende de uma série de fatores, incluindo os investimentos em tecnologia, aprimoramento da logística e a atenção dada à experiência do cliente. É imperativo considerar que a empresa está ciente dos problemas relacionados à não entrega e tem buscado soluções para mitigar esses impactos. A análise revela que a Magazine Luiza tem investido em sistemas de rastreamento de mercadorias mais eficientes e em parcerias com transportadoras que utilizam tecnologias de ponta para otimizar as rotas de entrega.

Uma tendência que merece atenção especial é a utilização de inteligência artificial (IA) para prever e evitar problemas de entrega. A Magazine Luiza pode utilizar a IA para avaliar dados históricos de entrega, identificar padrões de atraso e otimizar as rotas de entrega em tempo real. , a IA pode ser utilizada para personalizar a comunicação com o cliente, fornecendo informações precisas sobre o status da entrega e antecipando possíveis problemas.

Além disso, a Magazine Luiza pode investir em programas de fidelidade que incentivem os clientes a retirar os produtos em lojas físicas, oferecendo descontos e benefícios exclusivos. Essa estratégia, além de reduzir os custos de entrega, pode maximizar o fluxo de clientes nas lojas físicas e fortalecer o relacionamento com a marca. A expectativa é que, nos próximos anos, a Magazine Luiza consiga reduzir significativamente a taxa de não entrega, investindo em tecnologia, logística e na experiência do cliente.

Não Entregou? Guia Prático para Resolver seu desafio Já!

E aí, tudo bem? Imagina só a situação: você compra aquele produto super desejado na Magazine Luiza, fica contando os dias pra ele chegar, mas… nada! A entrega não acontece e você fica a ver navios. Chateado, né? Calma, respira fundo que eu vou te dar um guia prático pra resolver essa situação rapidinho!

Primeiro passo: printa tudo! Guarde os prints da tela da compra, do e-mail de confirmação, do prazo de entrega… tudo que possa comprovar que você fez a compra e qual era o prazo. Depois, entra em contato com a Magazine Luiza. Pode ser pelo chat do site, pelo telefone ou pelas redes sociais. Explica a situação com calma e clareza, e anote o número do protocolo de atendimento. Se eles não resolverem em alguns dias, parte pro próximo nível!

Se a Magazine Luiza não te der uma estratégia satisfatória, corre pro Procon! Eles são os super-heróis dos consumidores e vão te ajudar a resolver o desafio. Pra registrar a reclamação, você vai precisar dos prints que você guardou, do número do protocolo de atendimento da Magazine Luiza e de um documento com foto. O Procon vai entrar em contato com a empresa e tentar mediar a situação. Se mesmo assim não resolver, a última cartada é entrar com uma ação judicial. Mas não se preocupe, geralmente o Procon já resolve a maioria dos casos! E lembre-se: você tem direito a receber o produto que comprou ou o dinheiro de volta, corrigido! Não desista dos seus direitos!

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